Os Caídos foram a única civilização a explorar profundamente o arcano, mas essa busca por conhecimento os levou à corrupção. Em sua história, padronizaram as reações do arcano a diversos aspectos da vida e da natureza, criando um alfabeto para sua linguagem.
Deixaram vestígios de suas descobertas em pedras, traduções e significados, que foram transmitidos por gerações e civilizações, resultando na criação de rituais e pactos. Os únicos remanescentes da população são templos que se trancaram com a própria linguagem nos códigos de seus portões, escondendo-se para preservar mentes brilhantes e ideias que não poderiam ser mais compartilhadas.
Para evitar a perda de conhecimento, os Caídos aprisionaram suas mentes em criaturas de pedras ou estátuas, guardando suas consciências perturbadas e alteradas dentro de colossos e estátuas, como uma forma de preservar seu legado.